Ela odeia o que vê no espelho, e essa porra de vidinha classe média
Ela odeia a descrença dos outros,ela odeia se deixar atingir
Ela só não corta os pulsos,porque enquanto há vida há esperança,
E talvez em tempos de bonança,
Alguma alegria ouse vir.
Ela odeia a descrença dos outros,ela odeia se deixar atingir
Ela só não corta os pulsos,porque enquanto há vida há esperança,
E talvez em tempos de bonança,
Alguma alegria ouse vir.
1 comentários:
Ou mesmo em tempestades, furacões, terremotos, vulcões, que mudam a nossa geografia interna.
Mais uma vez: lindo!
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